Dedo de prosa com a Escola Agro – #11

Dedo de Prosa
Olá, gostaríamos de compartilhar contigo algumas notícias e informações relevantes do agronegócio. Boa leitura.

Trump diz que negociações com a China tem evoluído bem: O presidente dos EUA afirmou que esta tendo sucesso em suas negociações comerciais com a China, após autoridades norte-americanas e chinesas concluírem três dias de conversas em Pequim. No entanto, ainda há pouco de  concreto sobre o progresso feito até agora e as reuniões em Pequim não foram em nível ministerial. Portanto, ainda não há perspectiva de um acordo para acabar com a guerra comercial.

Proposta para novo Fethab traz atenção ao setor agropecuário: O governador de MT apresentou às entidades que representam o setor produtivo (Fórum Agro) uma remodelação ao Fethab, que prevê revisões de alíquotas, além de tarifas diferenciadas para commodities com destino à exportação, e  um investimento menor para infraestrutura e logística. O projeto também inclui a cobrança do Fethab sobre produtos que não eram tributados anteriormente, como a venda de milho, carne desossada, carne com osso e miudezas (com destino à exportação).


Governo estuda reduzir subsídios do crédito rural: A segunda reunião ministerial em Brasília com o presidente Bolsonaro trouxe como destaque o corte de gastos e a reforma da previdência. Dentro desses cortes, o governo também estuda reduzir subsídios do crédito rural aos trabalhadores e produtores rurais para investirem em seguro agrícola, o que traz atenção quanto aos possíveis impactos no setor agropecuário.


Conab reduz produção de soja no Brasil: A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou em sua quarta estimativa um novo recorde na produção de grãos para a safra 2018/19, prevendo crescimento na produção de milho no ciclo verão. No entanto, a entidade descartou uma colheita maior para a soja, estimada em 118,8 milhões de toneladas nesta safra. Essa queda da produção de soja se deve a perdas climáticas nas lavouras, diante do estresse hídrico e temperaturas elevadas nas lavouras.


China deve aumentar as importações de milho: A redução nos estoques de milho na China deverá aumentar a necessidade de importações do país nos próximos três anos, podendo triplicar até 2012/22 para conseguir atender a demanda, mesmo com o aumento da produção chinesa nesse período. Diante desse cenário, grandes produtores do cereal podem ser beneficiados, dentre eles o Brasil.

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